A Reforma Tributária trouxe um novo ponto de atenção para empresas enquadradas no Simples Nacional: a possibilidade de optar pelo chamado regime híbrido. Essa decisão passa a fazer parte do planejamento tributário das empresas e pode impactar diretamente a forma como os impostos serão recolhidos nos próximos anos.
Nesse modelo, os tributos IBS e CBS passam a ser apurados separadamente do Simples Nacional, enquanto outros impostos continuam sendo pagos normalmente por meio do DAS, como IRPJ, CSLL, CPP e IPI.
Uma das principais mudanças está na possibilidade de aproveitamento de créditos tributários de IBS e CBS nas compras realizadas pela empresa. Esses créditos podem influenciar diretamente a competitividade do negócio, principalmente em operações entre empresas.
Esse ponto é especialmente relevante para empresas que atuam no modelo B2B, ou seja, que vendem para outras empresas, já que os clientes passam a considerar esses créditos tributários nas negociações comerciais.
Além disso, a escolha pelo regime híbrido pode impactar fatores importantes da gestão empresarial, como formação de preços, fluxo de caixa, margem de lucro e estratégia comercial.
Para que a empresa utilize esse modelo em 2027, a opção deverá ser feita até setembro de 2026. Por isso, especialistas recomendam que empresários e contadores realizem análises e simulações com antecedência para identificar qual modelo é mais vantajoso para o negócio.
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